Victor Xamã

"Praia"

[Letra de "Praia"]

[Verso 1: Prs, o Peres]
Yeah, meu canto é um credo
Deixando fiel incrédulucido, que nem fé
Bem vindo ao presépio
Trago o novo testamento do século
Vindo do monte dos Andes sem chuva
Um sonho no meio dos sonhos
O homem desafia o homem nas terras de São Saruê
Onde a liberdade não tem dossiê
Suas leis são as leis do universo
Bem o mal sem o tal julgamento
Consequência é parte do processo
Eu peço que suporte o peso
Caso não supere a predisposição
A ação que vem além do verso
Como no filme Clima Tropical
Divindade de ator principal
Tinha forma da paz e do caos
Protagonizando Jesus marginal
Mas o morador respeitava a presença
Pois também havia semelhança
Sonhador do tipo criança
Todos somos de acordo com a crença

[Verso 2: Murica]
Yeah, mas não é porque eu quero
O sample chama meu nome
Mesmo antes do recorte
Eu vou responder meus demônios
Vou conversar com meu anjo
Agradecer pela sorte
Nunca foi sorte
Sempre foi nós e coragem
A benção de Jorge e Oxossi
Protege nós na batalha
Eu ia sem medo de nada
Tipo um dragão
CD na mão, até que alguém comprava
Papai falava que o poder da palavra
Levava até no Japão
E pela mesma palavra
Nascem poetas, profetas
E nas oração, no ritual de vilão
Estúdio dentro de casa
Eu e minha rapaziada
Fumando uma nova carga
Que o PG trouxe do além
Hermano, eu também quero a praia
Hermano, eu também quero a praia
O sol, o sal, verão e eu
Como um bom calango
Qualquer dia desses eu tô indo por
Os pés na areia, pra aliviar a cabeça, amor
Eu sou de Brasília, amor
Quero ver o mar
Vou por os pés na areia, pra aliviar a cabeça, amor
Eu sou do cerrado
É que eu preciso ver o mar
Vou por os pés na areia, pra aliviar a cabeça, amor
Eu sou de Brasília, amor
Quero ver o mar
Vou por os pés na areia, pra aliviar a cabeça, amor
É que eu sou do cerrado
Eu preciso ver o mar

[Verso 3: Victor Xamã]
Água doce ou salgada, lava
Por falar nisso saudade acaba?
Degradê verde me lembra casa
Degrada o verde e o silêncio toma conta
E o silêncio toma conta, yah, ahn
Desenhos na mesa de centro
O sonho devastado pela ação do tempo
Sinto, sempre
Fazendo a coisa errada, mas se achando certo
Recebendo o futuro de peito aberto
Espero que esteja do mesmo jeito a mente
Minha gente, de onde eu venho, não tem inverno, uh
Não tem inverno, uh
Isso reflete minha personalidade inquieta e quente
Tudo muda de repente
Possibilidades e arrependimentos
Sem negatividade, tudo no seu tempo
Sinto o vento, passa lento, vida breve
Por um momento, pé na areia e a mente leve
Vou por os pés na areia, pra aliviar a cabeça
Eu sou de Manaus meu primo
Quero ver o mar também, oh
Quero ver o mar também, oh
Água doce ou salgada, lava
Por falar nisso saudade acaba?
E o silêncio toma conta
E o silêncio toma conta

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